Feminismo muda o mundo
Pela vida das mulheres: A luta pela legalização e descriminalização do aborto
Mulheres condenadas por aborto
Mídia: a maior propagadora do machismo

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I’m sorry, what was that you were saying about how young women are afraid to call themselves feminists these days?

A poll commissioned by Ms. conducted just after the election found that 55 percent of women voters and 30 percent of men voters consider themselves feminists.

These results are generally 9 points higher than they were in 2008, when the same question was posed to voters, and this upward trend is likely to continue given the strong identification with feminism by younger women and women of color.

Speaking of younger women, a solid majority of them (58 percent) identify as feminists—as did 54 percent of older women, nearly three-quarters (72 percent) of Democratic women and a respectable 38 percent of Republican women.

“The feminist factor cuts across race and ethnic lines,” they note. In fact, white women as a whole are considerably less likely than black and Latina women to claim the label, which is in line with the voting differences I’ve noted before

Se os homens ficassem tão bravos com estupro quanto ficam com a ‘cara de pato’ não teríamos o problema da cultura do estupro.

Jamie Kilstein  (via stuzie)

Outras coisas que homens heterossexuais ficam mais irritados do que com estupro:

  • Taylor Swift
  • a música “Call Me Maybe”
  • garotas que namoram “cafajestes”
  • qualquer música que não é tocada por homens brancos com guitarras
  • meninas que são “superficiais” ou “falsas”
  • meninas que usam maquiagem demais
  • meninas que não usam maquiagem o suficiente
  • meninas gordas
  • pessoas que falam mal de super heróis
  • esportes
  • vegetarianos
  • Justin Bieber
  • alguém achando que eles são gays
  • musicais

(via blossom-bamford)

Adições minhas (feministacansada) de coisas/pessoas que são mais odiadas do que estupro (porque com certeza reclamam mais sobre essas coisas do que sobre estupro):

  • funk
  • Valeska Popozuda
  • Sistema de cotas
  • o trânsito
  • gente que critica o Rafinha Bastos

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Não vamos esquecer do FEMINISMO.

se houvesse tanta oposição ao estupro quanto há ao feminismo não teríamos um problema de cultura de estupro.

(via thenewwomensmovement)

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The upshot of the Steubenville rape case is an unsettling reality: Any woman in the U.S. who dares to publicly seek justice through the courts against perpetrators of rape must be prepared to walk through an ocean of fire.

This American culture, which apologizes for rapists and demonizes the…

A mulher não é nada mais do que o que o homem decide que ela seja; assim se chama ‘segundo sexo’ querendo dizer com isso que aparece essencialmente perante o homem como um ser sexual: para ele, ela é sexo, e o é de um modo absoluto. Ela se determina e se diferencia em relação ao homem e não em relação ao que ela mesma é; ela é o que não é essencial frente ao que é essencial. Ele é o sujeito, o absoluto: ela é “o outro”. Simone de Beauvoir (O segundo sexo, 1949).

Violência de gênero: A insustentável leveza de ser [mulher]

“O mais de meio século que nos separa das palavras proferidas por uma das precursoras do feminismo foi marcado por diversas conquistas femininas na sociedade, mas é inegável que a dominação masculina ainda se faz presente impondo às mulheres situações de violência, submissão e até mesmo morte (feminicídio).

A violência sexual contra mulheres e meninas é uma das manifestações mais claras dos valores, normas e tradições da cultura patriarcal presente na América Latina, que levam os homens a crer que têm o direito de controlar o corpo e a sexualidade das mulheres.

O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem) divulgou, em 2007, um extenso relatório sobre a violência de gênero na América Latina. Com o título: “Nem uma a mais. O direito de viver uma vida livre da violência na América Latina e no Caribe”, o documento de 142 páginas que mostra como o machismo cultural ainda prevalece na região.

Segundo o relatório, no Uruguai, a cada nove dias uma mulher morre vítima de violência doméstica e na Bolívia, 53% das mulheres afirmaram já terem sido maltratadas fisicamente pelo companheiro. No Brasil, 30% declararam já ter sofrido violência física extrema e uma em cada 5 declarou ter sido vítima de violência doméstica.

À época da divulgação do relatório, a responsável pelo Unifem para a região, Marijke Velzeboer-Salcedo declarou que “a concepção cultural machista, que tolera a desigualdade, gera obstáculos à implementação das leis e delega o problema da violência de gênero a um segundo plano”. Segundo ela, esta ideia ainda é predominante em amplos setores sociais.”