Feminismo muda o mundo
A hora do ativismo menstrual
Você já sabe que a moça da foto ao lado está com os lábios pintados. O  que você não sabe é que não se trata de batom – mas do sangue de sua  menstrução. Pelo menos é o que garante a autora do ensaio, a artista  plástica inglesa Ingrid Berthon-Moine, que também fotografou outras  modelos com o mesmo conceito e apresentou o trabalho na bienal de  Veneza, na Itália. Ingrid é adepta de um movimento que está sendo  chamado de ativismo menstrual, disposto a derrubar os tabus que confinam  a menstrução a um espaço de silêncio, vergonha e desconforto.
O começo de tudo, acreditam as ativistas, é falar sobre o assunto.
A escritora inglesa Cheela Quint criou revistas temáticas: uma delas é o cartoon Adventures in Menstruating.  Ela também levou seu show de humor sobre o tema para diversas eventos  feministas no mundo inteiro. Já Chris Bobel, professora de estudos  femininos da Universidade de Massachusetts, nos EUA, está publicando o  livro New Blood: third wave feminism and the politics of menstruation (Sangue novo: a terceira onda do feminismo e a política de  menstruação). Ela acredita, como diz o próprio título de sua obra, que a  menstruação está no cerne das novas discussões sobre a mulher. “Nós  precisamos mesmo resguardar nossa menstruação como algo sujo? Temos que  tratar a menina que menstrua pela primeira vez com discrição? As  ativistas querem transformar isso em um desafio”, afirmou ao inglês The  Guardian, que trouxe na semana passada uma matéria sobre o assunto.
Leia toda a matéria.

A hora do ativismo menstrual

Você já sabe que a moça da foto ao lado está com os lábios pintados. O que você não sabe é que não se trata de batom – mas do sangue de sua menstrução. Pelo menos é o que garante a autora do ensaio, a artista plástica inglesa Ingrid Berthon-Moine, que também fotografou outras modelos com o mesmo conceito e apresentou o trabalho na bienal de Veneza, na Itália. Ingrid é adepta de um movimento que está sendo chamado de ativismo menstrual, disposto a derrubar os tabus que confinam a menstrução a um espaço de silêncio, vergonha e desconforto.

O começo de tudo, acreditam as ativistas, é falar sobre o assunto.

A escritora inglesa Cheela Quint criou revistas temáticas: uma delas é o cartoon Adventures in Menstruating. Ela também levou seu show de humor sobre o tema para diversas eventos feministas no mundo inteiro. Já Chris Bobel, professora de estudos femininos da Universidade de Massachusetts, nos EUA, está publicando o livro New Blood: third wave feminism and the politics of menstruation (Sangue novo: a terceira onda do feminismo e a política de menstruação). Ela acredita, como diz o próprio título de sua obra, que a menstruação está no cerne das novas discussões sobre a mulher. “Nós precisamos mesmo resguardar nossa menstruação como algo sujo? Temos que tratar a menina que menstrua pela primeira vez com discrição? As ativistas querem transformar isso em um desafio”, afirmou ao inglês The Guardian, que trouxe na semana passada uma matéria sobre o assunto.

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